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Arquivo mensal: março 2011

Dia 26 de Março dia do Chocolate.

Hoje venho mais como chocolatra do que como Chef, dia 26 de março, dia do delicioso, maravilhoso, sensacional CHOCOLATE, e para comemorar o dia nada melhor do que alegrar os chocolatras com uma ótima noticia: CHOCOLATE FAZ BEM PARA A SAÚDE !!!! Mais calma,não vá se empanturrar de chocolate antes de ver esse pequeno trecho de uma reportagem tirada do site Copacabana Runners :

“Estudos recentes tem mostrado que o chocolate escuro, em especial o amargo, oferece potentes benefícios para a saúde. O chocolate escuro é rico em flavonóides epicatequina e ácido gálico, que são antioxidantes que ajudam a proteger os vasos sanguíneos, prevenir o câncer e a saúde do coração. Também tem sido demonstrado de forma efetiva que o consumo de chocolate escuro combate a hipertensão de intensidade média. De fato, o choclate escuro tem mais flavonoides que qualquer outro alimento rico em antioxidantes como vinho tinto e chá verde e preto. Os mesmos benefícios não são encontrados no chocolate ao leite e branco…”

Convém lembrar que o consumo de chocolate deve ser moderado por possuir grande quantidade de gordura saturada.

Aproveitandoo espaço gostaria de parabenizar os amigos que trabalham diretamente com chocolate e deixar o endereço do orkut do meu amigo Miguel, que faz um trabalho maravilhoso para festas com chocolate. E minha tia que faz o chocolate divino, bonbons pão de mel, etc.

Fico por aqui e até o próximo post.

 
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Publicado por em 26/03/2011 em Chocolate

 

Sejam bem vindos

Como início gostaria de deixar um texto mandado pela minha prima também Chef, que demonstra quanto o vocabulário “alimentar” está presente nas nossas metáforas do dia-a-dia. Texto de autor desconhecido, se alguém souber o autor favor me avisar.

Alguém sabe me explicar, num português claro e direto, sem figuras de linguagem, o que quer dizer a expressão “no frigir dos ovos”?

Resposta:
Quando comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no mel, mamão com açúcar. Só que depois de um certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos. Como rapadura é doce mas não é mole, nem sempre você tem idéias e pra descascar esse abacaxi só metendo a mão na massa.
E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas.
Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo.
Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher linguiça demais. Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos.
Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote. Mas como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha, são escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão.
Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos, eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese… etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate, enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com cara de quem comeu e não gostou.
O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente.
Por outro lado se você tiver os olhos maiores que a barriga o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha, não. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana, afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco…
A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca, e depois quando se junta a fome com a vontade de comer as coisas mudam da água pro vinho.
Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir mesmo quando o caldo entornar. Puxe a brasa pra sua sardinha, que no frigir dos ovos a conversa chega na cozinha e fica de se comer rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata engorda.
Entendeu o que significa “no frigir dos ovos”?

 
1 comentário

Publicado por em 25/03/2011 em O Chef